13 dezembro, 2012

Boas Festas!


E lá se foi mais um ano...
 
 
DESEJO A TODOS VOCÊS UM NATAL ILUMINADO COM MUITO AMOR E UNIÃO

QUE 2013 SEJA UM ANO NUTRITIVO E VITAMINADO, DE MUITAS CONQUISTAS, ALEGRIAS E SAÚDE PARA TODOS NÓS!

Boas Festas!!!

LUANA VASCONCELOS
 

05 novembro, 2012

Super alimentos

Não são de minha autoria, e nem sei como credita-las, mas essas figurinhas que circulam pelo mundo online auxiliam a divulgar informações para nossa saúde, posto aqui algumas que achei interessante para compartilhar com vocês!
 




 
 

02 setembro, 2012

Gelatina

Hoje compartilho com vocês um texto elaborado pela Dra Heloisa Scattini, Nutricionista especializada em Nutrição Clínica,  alertando sobre o consumo de gelatina, produto alimentício considerado por muitos de excelente valor nutricional, sabe-se que não é verdade... leiam um pouco mais sobre o assunto...
 
 
Gelatina: “…substância translúcida, incolor ou amarelada, praticamente insípida e inodora, que se pode obter FERVENDO certos produtos ANIMAIS, como OSSOS E PELE…”

Muitas pessoas consomem gelatina, uma aliada das dietas e parte da alimentação rotineira de crianças. Porém, o que muita gente não sabe é o quanto ela pode fazer mal à sua saúde quando consumida com frequência e em excessos, principalmente para a saúde das crianças.

As gelatinas tem uma grande quantidade de corantes e aromatizantes, substâncias artificiais que são tóxicas para nossa saúde, que desencadeiam alergias no organismo e  entre outros males, podendo até favorecer o ganho de peso. Além disso, no Brasil, ainda é utilizado o corante amarelo-crepúsculo (proibido na Europa), que está relacionado com hiperatividade e distúrbios de comportamento em crianças suscetíveis.

São compostas de açúcar em grandes quantidades. O açúcar em excesso causa alteração da flora intestinal, servindo como “alimento” para fungos, também acidifica o sangue provocando extração do cálcio dos ossos para a corrente sanguínea (uma das causas da osteoporose). Algumas gelatinas voltadas para o público infantil contêm adoçantes artificiais como sacarina sódica, ciclamato de sódio, acessulfame de potássio e aspartame, que não são recomendados para crianças, nem para gestantes. Sem considerar que as gelatinas “diets” possuem grande quantidade de sódio.

Mas e o colágeno?
Além da quantidade de colágeno ser considerada muito pequena para obterem-se benefícios para a pele, a proteína da gelatina é de origem animal, uma proteína de baixa qualidade, de difícil digestão e com grande potencial alergênico, além da origem e processamento duvidosos. Quando o organismo tem necessidade de formação de colágeno, outros micronutrientes devem estar em equilíbrio como a vitamina c, aminoácidos e zinco, caso contrário, essa formação não irá ocorrer.

Mas não fique triste: a natureza é perfeita e existe um ótimo substituto da gelatina, que é de origem vegetal e pode ajudar no funcionamento intestinal: é o  AGAR-AGAR, obtido das algas, é um espessante natural, além de ser fonte de fibras,  e se adicionado a um suco de frutas, fica uma sobremesa saudável e saborosa naturalmente. O agar-agar é encontrado em lojas de produtos naturais.

Gelatina de uva com Agar Agar 


Ingredientes
 1 litro de suco de uva
 2 colheres (sopa) de agar-agar       
 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo

Modo de Preparo: Aqueça ½ litro de suco de uva. Acrescente o Agar-agar e o açúcar mascavo, mexendo sempre, até dissolver completamente. Adicione o restante do suco e coloque em forma molhada com agua fria.  Leve à geladeira até ficar bem firme. Desenforme e sirva.

Dra Heloisa Scattini – CRN3 21611
heloisa_scattini@yahoo.com.br

19 agosto, 2012

Comer bem para viver melhor!



A alimentação é um dos fatores comportamentais que mais influenciam a qualidade de vida, porém, o atual hábito alimentar tem gerado problemas funcionais ao nosso organismo, já que ingerimos e inalamos uma grande quantidade de substâncias estranhas para nosso corpo ao mesmo tempo em que sofremos de carências nutricionais que prejudicam o equilíbrio de nossa saúde. Mesmo realizando refeições equilibradas o corpo pode sofrer com alguns alimentos frequentemente consumidos, visto que cada pessoa reage aos alimentos de forma diferente, o que é saudável para um, pode não ser para o outro. Para conseguir atender a esses detalhes de nossa dieta, a nutrição funcional tem como um de seus princípios a individualidade bioquímica. Definida como, conjunto único de fatores genéticos de uma pessoa, a individualidade bioquímica controla o nosso metabolismo, nossas necessidades nutricionais e as sensibilidades geradas pela interação com o meio ambiente. A nutrição funcional busca relacionar os alimentos à prevenção e ao tratamento de doenças em cada indivíduo, utilizando substâncias adequadas para nutrição celular e harmonia entre os sistemas de nosso corpo, promovendo assim, equilíbrio geral de cada um de nós.

01 agosto, 2012

Intestino


Você está cuidando bem de seu intestino?



A falta de cuidados com alimentação, hidratação e fracionamento de refeições, implica na saúde intestinal. O consumo de certos alimentos (como alimentos alcalinizantes de pH gástrico e intestinal, alimentos com características inflamatórias, e alimentos de dificuldade digestiva), aliado ao baixo consumo de vegetais, frutas, água, e jejum prolongado, são os principais desencadeantes da disbiose intestinal (redução de lactobacillus e aumento de fungos, parasitas, patógenos de um modo geral). Com a função intestinal comprometida por maus hábitos alimentares, a consequência é muito maior do que um intestino “preso ou solto”, pois o intestino irá interferir em:

  • Seleção do que serve e do que não serve para nossa saúde
  • Produção de enzimas digestivas
  • Produção de vitaminas
  • Desintoxicação para eliminar substâncias tóxicas
  • Imunidade, pois, 80% do nosso potencial de imunidade se concentra na mucosa intestinal
  • Produção do hormônio do crescimento (GH)
  • Nervos que recobrem o intestino secretam acetilcolina, neurotransmissor importantíssimo para memória
  • Mais da metade da produção de serotonina (neurotransmissor do bem estar) é realizada no intestino
  • A produção de hormônios e neurotransmissores é intensa, nomeando nosso intestino de SEGUNDO CÉREBRO





17 julho, 2012

Diet e Light

Você sabe a diferença entre diet e light?


Alimentos dietéticos são aqueles especialmente produzidos para atender necessidades de pessoas com exigências especiais, seja física, metabólicas, fisiológicas ou patológicas particulares. São produtos indicados para dietas com restrições de nutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas, sódio, glúten) ou para dietas com ingestão controlada de alimentos (para controle de peso ou de açúcares).  Os produtos diet devem ser isentos 100% de pelo menos um dos ingredientes constantes em sua composição original. A denominação diet não é somente dada a produtos sem açúcar, é um produto onde algum dos ingredientes (pode ser o açúcar ou qualquer outro) está 100% ausente.  Já a denominação light foi criada para caracterizar que aquele produto seria “mais saudável”. Diferente dos produtos dietéticos, não é necessário redução de 100% de algum dos ingredientes, a redução deve ser de pelo menos 25%, de um ingrediente ou mais, quando comparado com um produto tradicional, podendo ser maior a porcentagem de redução, porém não menor que os 25%. Em geral os ingredientes reduzidos em produtos lights são açúcares, gorduras saturadas, gorduras totais, colesterol e sódio. Porém, ao reduzir algum ingrediente “original”, outros serão provavelmente aumentados para conseguir um produto final adequado para o paladar. Não devemos considerar saudável um produto apenas pela caracterização diet e/ou light, lembre-se que está se referindo a um ou mais ingredientes do produto, não a todos, não quer dizer que é um produto saudável para ser utilizado sem moderação, o ideal é sempre ter conhecimento do rótulo nutricional do produto que irá ingerir e verificar a qualidade de seus ingredientes totais.

08 junho, 2012

Obesidade

Nas últimas décadas, a prevalência da obesidade, que parece ser o resultado de complexas interações entre múltiplos genes e o meio ambiente, vem apresentando um aumento em diversos países ao redor do mundo. Este fato é preocupante, já que o excesso de gordura corporal, principalmente a abdominal, está diretamente relacionado com: alterações do perfil lipídico, aumento da pressão arterial e a hiperinsulinemia, considerados fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas, como o diabetes mellitus tipo 2 e as doenças cardiovasculares. O conjunto dessas alterações tem sido descrito como “síndrome metabólica”.


Mesmo que tenhamos uma pré-disposição genética para manifestação da obesidade, ela só acontecerá se o meio em que vivemos permitir, quer dizer, se nossos hábitos alimentares e estilo de vida contribuírem para isso, pois, é cientificamente comprovado que 70% da expressão genética é determinada pelo meio ambiente.


Muitas vezes, transtornos no comportamento alimentar, podem ser gerados não por excessos alimentares, mas por carência de nutrientes que controlam diferentes funções, por exemplo, na carência de vitaminas que regulam os neurotransmissores podemos ficar mais ansiosos e propensos a cometer descontroles alimentares. O grande paradoxo da obesidade é a carência nutricional, sendo comum observar em grande número de indivíduos acima do peso a carência de nutrientes que ativam o gasto energético, de nutrientes que melhoram a ação da insulina e absorção de glicose, de nutrientes que equilibram nossos neurotransmissores para melhor controle do emocional.


A gordura é vista por nós como um problema que deve ser controlado, porém, nosso organismo a entende como um estoque de energia e garantia de sobrevivência. Sendo assim, nossa gordura só será efetivamente “queimada” quando nosso corpo estiver seguro de que suas necessidades estão sendo supridas, quer dizer, se alimentos que nosso corpo não tolera (restrições individuais) estão sendo evitados, se a hidratação está sendo feita em quantidade e horários corretos, se a energia cerebral e nutrientes essenciais estão sendo consumidos da forma que precisamos, e, além disso, se o corpo está conseguindo mandar embora as toxinas e impurezas que atrapalham seu bom funcionamento.



Portanto, mais do que uma restrição calórica, eliminar a gordura em excesso é uma consequência de um organismo que funciona bem!